segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
México: piores secas dos últimos 70 anos Cerca de 70% do território mexicano foi afetado pelas secas, consideradas as piores das últimas sete décadas no país. Até ao momento, a região norte é a mais atingida, nomeadamente os estados de Coahuila, San Luis Potosi, Sonora, Tamaulipas e Zacatecas. Milhares de hectares de milho foram perdidos e cerca de 450 mil cabeças de gado morreram devido à seca. Os depósitos de cereais, geralmente cheios nesta época do ano, armazenam apenas 30% a 40% da sua capacidade total. "Esta situação é bastante grave. As estatísticas de precipitação no país indicam que esta foi a pior seca dos últimos 70 anos", refere em declarações à agência Reuters Ignacio Rivera, representante do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural mexicano.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
serviços de tratamento de águas residuais,Da Itália "maladepurazione", do norte para as ilhas a situação é crítica
reas inteiras não servidas por serviços de tratamento de águas residuais, cidade que não tem um sistema de drenagem, ou onde o serviço de tratamento abrange praticamente 100% dos habitantes, outros onde você não chegar a 25%. De acordo com os dados mais recentes da ISTAT (2009), em Itália, a cobertura de um serviço de tratamento adequadas chega a cerca de 76% da carga total de poluição do produto, com 82% do Norte, 79% no centro e cerca de 66% do Sul e Ilhas. O pior do esgoto vai para a Sicília (47,3%), Calábria (49,9%), Marche (52,5%), Abruzzo (53,8%) e Puglia que mal ultrapassa 60% da cobertura. A Riviera italiana é apenas 61% da carga do produto, e de acordo com o que o relatório do Ecossistema Urbano 2011 Legambiente, tem em seu território a única capital provincial ainda não equipados com estação de tratamento de esgoto, Imperia. Quanto às capitais provinciais, são cinco municípios onde menos da metade da população é servida por ETAR (Catania, 19%; Benevento, 20%; Treviso, 28%; Palermo, 32%; Nuoro, 40%), enquanto 29 municípios são capazes de cobrir com o serviço de pelo menos 95% da população, incluindo 11 que chegam de praticamente 100%.Na Sicília, 90 municípios ainda sem purificadores - Em 2011 ainda havia 134 municípios (dos quais 90 só na Sicília), sem purificação, do total de 168 municípios italianos considerados pela Comissão Europeia, em violação da directiva sobre águas residuais. Em Catania, de acordo com o Istat 2010, apenas 24,6% da população é servida pela estação de tratamento. Purificadores de não cumprirem foram identificados em 2011 em Pádua, Rovigo, Vicenza, Gorizia, Pordenone, Udine, Florença, Brescia, Aosta, Forli, Milão, Pesaro, Urbino, Perugia e Frosinone. De acordo com dados de 2009 Blue Book Anea e Utilitatis, 9 milhões de habitantes (15% do total) não são servidos por rede de esgotos e 70% do esgoto nacional é do tipo mista: ele coleciona junto resíduos Civil (esgoto e cinza) e meteórica água (água branca).
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
a cada km 32000 litros de água
A cada km 32000 litros de água cito como:1000 dividido por 20=50x2=100x320=32000 exemplo de 20 em 20 metros 1 vasilhame de água de 360 litros .
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Hoje, a sede da empresa está situada em Passos (MG), mas a segunda unidade do grupo foi instalada no dia 9 de julho de 1941, na Cidade Industrial, em Contagem, através de convênio assinado no Palácio da Liberdade entre o estado e a Companhia, que anos depois teria que deixar a cidade, já que suas atividades se tornaram incompatíveis com o crescimento populacional de seu entorno.
História
Originalmente, de acordo com o projeto inicial, a fábrica de Cimento Portland deveria ter sido construída no então povoado de São José da Lapa, na época um distrito de Lagoa Santa (MG), em uma área debaixo da jazida de calcário, razão pela qual a fábrica de Contagem é a única no mundo construída longe de uma jazida, tendo produzido seu primeiro saco de cimento no dia 31 de agosto de 1945.
De acordo com os arquivos da empresa, o engenheiro responsável pelos cálculos estruturais da construção da fábrica foi o baiano Manoel Batista de Andrade Silva, que foi aos Estados Unidos para supervisionar a construção dos equipamentos para a fábrica. O material foi fabricado por técnicos belgas e dinamarqueses, refugiados da 2ª Guerra e empregados da F. L. Smidth.
Embora sem comprovação, consta na história da construção da fábrica, que a mão de obra braçal era feita pelos detentos da então Penitenciária Agrícola de Neves, em razão da falta de mão de obra 'desqualificada’.
Na década de 60, a fábrica tornou-se uma das principais fornecedoras de cimento para a construção de Brasília. Sua produção era transportada através de um cabo aéreo, que servia para o transporte de calcário da pedreira de Carrancas, situada na Fazenda Nova Granja. Esse cabo percorria 28 quilômetros e era considerado um dos maiores, senão o maior da América do Sul. O transporte era feito através das caçambas, sob fios que, no percurso, se transpunham em vários estágios.
De acordo com os arquivos da empresa, o engenheiro responsável pelos cálculos estruturais da construção da fábrica foi o baiano Manoel Batista de Andrade Silva, que foi aos Estados Unidos para supervisionar a construção dos equipamentos para a fábrica. O material foi fabricado por técnicos belgas e dinamarqueses, refugiados da 2ª Guerra e empregados da F. L. Smidth.
Embora sem comprovação, consta na história da construção da fábrica, que a mão de obra braçal era feita pelos detentos da então Penitenciária Agrícola de Neves, em razão da falta de mão de obra 'desqualificada’.
Na década de 60, a fábrica tornou-se uma das principais fornecedoras de cimento para a construção de Brasília. Sua produção era transportada através de um cabo aéreo, que servia para o transporte de calcário da pedreira de Carrancas, situada na Fazenda Nova Granja. Esse cabo percorria 28 quilômetros e era considerado um dos maiores, senão o maior da América do Sul. O transporte era feito através das caçambas, sob fios que, no percurso, se transpunham em vários estágios.
Vila Itaú
Devido à carência de mão-de-obra especializada na região, os dirigentes da Itaú acabaram optando por construir uma vila operária, dentro do terreno da fábrica para garantir a presença dos operários indispensáveis ao trabalho durante as 24 horas do dia.
Com isto, Vila Operária chegou a possuir duzentas e quarenta casas. Sua infra-estrutura era completa e possuía clube, cinema, farmácia, armazém, capela, posto médico/dentário e cooperativa, além do Conjunto Musical Itaú, que animava os bailes, um time de futebol e a banda de música Sociedade Musical Itaú.
A partir daí, e com o surgimento de novas empresas na região, outras aglomerações habitacionais foram surgindo e, com elas, os problemas, tanto para a população, que não tinha boa qualidade de vida, como para a empresa, que passou a ser acusada de causar uma série de doenças, sobretudo as respiratórias.
Fechamento
Com isto, Vila Operária chegou a possuir duzentas e quarenta casas. Sua infra-estrutura era completa e possuía clube, cinema, farmácia, armazém, capela, posto médico/dentário e cooperativa, além do Conjunto Musical Itaú, que animava os bailes, um time de futebol e a banda de música Sociedade Musical Itaú.
A partir daí, e com o surgimento de novas empresas na região, outras aglomerações habitacionais foram surgindo e, com elas, os problemas, tanto para a população, que não tinha boa qualidade de vida, como para a empresa, que passou a ser acusada de causar uma série de doenças, sobretudo as respiratórias.
Fechamento
O processo de desativação da Fábrica tem explicações econômicas e ambientais. Alguns depoimentos reforçam que um dos motivos foi a obsolescência técnica do fabrico de cimento por via úmida, outros diziam que foi pela distância das jazidas, mas, oficialmente, o fechamento se deu por causa da poluição ambiental.
De 1988 até 1998, a Fábrica esteve fechada, sendo que na Vila, outrora borbulhante, permaneceram apenas onze famílias.
Em 1998, a Atrium Consultoria apresentou o projeto do "Itaú Power Center" que levou à demolição das edificações, em 15 de dezembro do mesmo ano, tendo-se, no entanto, preservado a memória da antiga Fábrica, com a manutenção das quatro chaminés e do prédio administrativo.
De 1988 até 1998, a Fábrica esteve fechada, sendo que na Vila, outrora borbulhante, permaneceram apenas onze famílias.
Em 1998, a Atrium Consultoria apresentou o projeto do "Itaú Power Center" que levou à demolição das edificações, em 15 de dezembro do mesmo ano, tendo-se, no entanto, preservado a memória da antiga Fábrica, com a manutenção das quatro chaminés e do prédio administrativo.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
TEM PESSOAS SOLICITANDO O MEU ENDEREÇOO ENDEREÇO PARA CORRESPONDENCIA É:
RUA VIRGÍLIO 237 BAIRRO N.S. DA GLORIA-BELO HORIZONTE-MG-BRASIL.CEP.30880-025-MARCOS ANTÔNIO DA SILVA
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
domingo, 4 de agosto de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Nordeste Seco.Por suas peculiaridades como domínio de natureza, tanto quanto pela rigidez de sua estrutura agrária e o quantum de humanidade adaptado a viver com o cotidiano do ambiente semi-árido, é difícil endereçar propostas de reflorestamento para os sertões nordestinos. Trata-se de um outro domínio climático, hidrológico e ecológico do Brasil, que exige conhecimentos aprofundados sobre a estrutura, o comportamento e a funcionalidade de seus ecossistemas. E, paralelamente, nos obriga a um aprofundado conhecimento do comportamento dos homens e de uma sociedade, que se projeta pelo espaço total dos sertões rústicos.
— é difícil para uma região semi-árida quente, dotada de índices de precipitação anuais inferiores a 800 mm em sua área nuclear, competir com áreas tropicais úmidas, mais favorecida por condições climáticas. Nesse sentido, uma política de florestamento ou reflorestamento, dirigida para o Nordeste Seco não deve se preocupar, de saída, com a questão de florestas produtivas (industriais ou energéticas). Em contrapartida, nenhuma área do país requer uma política, tão imediata e diversificada, de florestas de interesse social (social forestry), quanto o Nordeste. Fato que, necessariamente, implicará melhorias de interesse econômico e social, a curto e médio prazos, se corretamente conduzidas.
— apenas áreas dotadas de precipitações superiores a 900 mm na periferia do Nordeste Seco, em diferentes faixas de agrestes, podem comportar experimentos florestais, similares àqueles já realizados para regiões úmidas. Nas faixas de agrestes ou similares, os fatores limitantes são pró-parte climáticos e hidrológicos, porém em grande parte edáficos. Para não falar nas sérias diferenças demográficas e agrárias que caracterizam os agrestessenso strictu, do Nordeste Oriental, em relação às regiões subúmidas mais interiores (Oeste e Noroeste da Bahia, Sul do Piauí, Norte e Nordeste de Minas). Seria desaconselhável introduzir grandes massas de florestas no interior dos espaços agrários diferenciados e altamente humanizados do Nordeste Oriental. Mesmo assim, há que se revisar a questão face as posturas e metas culturais e econômicas de uma política de social forestry.TELEFÉRICO X RESERVATÓRIO DE ÁGUA X GEOMORFOLOGIA X TUBOS CONDUTORES DE ÁGUA
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Espanha terá maior teleférico do mundo A principal estância de esqui espanhola, Sierra Nevada, na província de Granada, no sul do país, terá o maior teleférico do mundo. Investimentos de 150 milhões de euros serão empregues na construção do teleférico, que percorrerá 19 quilômetros, ligando a estância de esqui à cidade de Granada. O ponto de partida do teleférico será o estádio de Los Cármenes e os 19 quilômetros serão percorridos em 40 minutos, já incluídos os tempos de paragem nas quatro estações entre o ponto de origem e o de chegada. Mais de cem cabines permitirão que sejam transportadas 3600 pessoas por hora, suspensas a uma altura não superior a 105metros e com capacidade para 30 pessoas a uma velocidade de 27 km/h, são dados da empresa Teleférico de Sierra Nevada S.A., idealizadora do projeto, que só deve ser concluído em 2010.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Água Smart: Tecnologia guardando nosso recurso mais precioso Por Matthew parede repórter de negócios, BBC News
De acordo com a OECD Environmental Outlook para 2050 , a demanda global de água é projetada para aumentar em 55% entre 2000 e 2050, altura em que mais de 40% da população mundial pode estar sob estresse hídrico severo.
Coloque duramente: quando não há água suficiente para ir ao redor, a fome, a guerra ea morte nunca estão muito atrás. Mas de acordo com o Banco Mundial, perdemos cerca de 50 bilhões de metros cúbicos de água por ano através de vazamentos e explosões sozinho.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
TORRE QUE FUNCIONAVA NO ITAU BEM ARCAICA
Situada em uma área onde se aglomeram grandes indústrias, a antiga fábrica de cimento Itaú Portland foi uma das principais fábricas do polo industrial da Grande BH durante quase 60 anos. Ela se instalou no bairro Cidade Industrial, no município de Contagem, em 1941 - e encerrou suas atividades em 1988, por conta de protestos da população contra a poluição excessiva que ela gerava. Principal fornecedora de cimento para a construção de Brasília, a indústria abrigava um cinema, onde, além de filmes, eram exibidos shows e peças de teatro produzidas pelos próprios funcionários. A Itaú Portland era a única fabrica de cimento no mundo que não estava localizada perto de uma jazida de calcário, recebendo a matéria prima através de um teleférico de aproximadamente 30km de comprimento, o qual ligava a fábrica à pedreira de Carrancas, em São José da Lapa - também na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
O MODELO DE TRASPORTE DA ITAU ERA BEM PARECIDO COM ESTE EXCETO AS TORRE QUE ERA DE CIMENTO.
ESTE MODELO DOTADO DE VASILHAMES PRÓPRIOS PARA CONDUÇÃO DE ÁGUA SERIÁ O IDEAL PARA O BRASIL.VANTAGENS DO TELEFÉRICO LEVAR ÁGUA AO NORDESTE É A SEGUINTE ,APÓS A PRIMEIRA REMESSA DE ÁGUA PARA O LOCAL,NÃO HAVERÁ DIFERENÇA ENTRE 100 METROS OU MIL KM NA QUANTIDADE DE ÁGUA A SER LEVADA PARA ABASTECER O RESERVATÓRIO.
domingo, 28 de julho de 2013
A
Companhia de Cimento Portland Itaú produziu seu primeiro saco de cimento em
no
processo de industrialização da região metropolitana de Belo Horizonte, foi
uma das
principais fornecedoras de cimento para a construção de Brasília.
Cimento Portland Itaú - Marco na história da indústria
Hoje, a sede da empresa está situada em Passos (MG), mas a segunda unidade do grupo foi instalada no dia 9 de julho de 1941, na Cidade Industrial, em Contagem, através de convênio assinado no Palácio da Liberdade entre o estado e a Companhia, que anos depois teria que deixar a cidade, já que suas atividades se tornaram incompatíveis com o crescimento populacional de seu entorno.
História
Originalmente, de acordo com o projeto inicial, a fábrica de Cimento Portland deveria ter sido construída no então povoado de São José da Lapa, na época um distrito de Lagoa Santa (MG), em uma área debaixo da jazida de calcário, razão pela qual a fábrica de Contagem é a única no mundo construída longe de uma jazida, tendo produzido seu primeiro saco de cimento no dia 31 de agosto de 1945.
De acordo com os arquivos da empresa, o engenheiro responsável pelos cálculos estruturais da construção da fábrica foi o baiano Manoel Batista de Andrade Silva, que foi aos Estados Unidos para supervisionar a construção dos equipamentos para a fábrica. O material foi fabricado por técnicos belgas e dinamarqueses, refugiados da 2ª Guerra e empregados da F. L. Smidth.
Embora sem comprovação, consta na história da construção da fábrica, que a mão de obra braçal era feita pelos detentos da então Penitenciária Agrícola de Neves, em razão da falta de mão de obra 'desqualificada’.
Na década de 60, a fábrica tornou-se uma das principais fornecedoras de cimento para a construção de Brasília. Sua produção era transportada através de um cabo aéreo, que servia para o transporte de calcário da pedreira de Carrancas, situada na Fazenda Nova Granja. Esse cabo percorria 28 quilômetros e era considerado um dos maiores, senão o maior da América do Sul. O transporte era feito através das caçambas, sob fios que, no percurso, se transpunham em vários estágios.
De acordo com os arquivos da empresa, o engenheiro responsável pelos cálculos estruturais da construção da fábrica foi o baiano Manoel Batista de Andrade Silva, que foi aos Estados Unidos para supervisionar a construção dos equipamentos para a fábrica. O material foi fabricado por técnicos belgas e dinamarqueses, refugiados da 2ª Guerra e empregados da F. L. Smidth.
Embora sem comprovação, consta na história da construção da fábrica, que a mão de obra braçal era feita pelos detentos da então Penitenciária Agrícola de Neves, em razão da falta de mão de obra 'desqualificada’.
Na década de 60, a fábrica tornou-se uma das principais fornecedoras de cimento para a construção de Brasília. Sua produção era transportada através de um cabo aéreo, que servia para o transporte de calcário da pedreira de Carrancas, situada na Fazenda Nova Granja. Esse cabo percorria 28 quilômetros e era considerado um dos maiores, senão o maior da América do Sul. O transporte era feito através das caçambas, sob fios que, no percurso, se transpunham em vários estágios.
Vila Itaú
Devido à carência de mão-de-obra especializada na região, os dirigentes da Itaú acabaram optando por construir uma vila operária, dentro do terreno da fábrica para garantir a presença dos operários indispensáveis ao trabalho durante as 24 horas do dia.
Com isto, Vila Operária chegou a possuir duzentas e quarenta casas. Sua infra-estrutura era completa e possuía clube, cinema, farmácia, armazém, capela, posto médico/dentário e cooperativa, além do Conjunto Musical Itaú, que animava os bailes, um time de futebol e a banda de música Sociedade Musical Itaú.
A partir daí, e com o surgimento de novas empresas na região, outras aglomerações habitacionais foram surgindo e, com elas, os problemas, tanto para a população, que não tinha boa qualidade de vida, como para a empresa, que passou a ser acusada de causar uma série de doenças, sobretudo as respiratórias.
Fechamento
Com isto, Vila Operária chegou a possuir duzentas e quarenta casas. Sua infra-estrutura era completa e possuía clube, cinema, farmácia, armazém, capela, posto médico/dentário e cooperativa, além do Conjunto Musical Itaú, que animava os bailes, um time de futebol e a banda de música Sociedade Musical Itaú.
A partir daí, e com o surgimento de novas empresas na região, outras aglomerações habitacionais foram surgindo e, com elas, os problemas, tanto para a população, que não tinha boa qualidade de vida, como para a empresa, que passou a ser acusada de causar uma série de doenças, sobretudo as respiratórias.
Fechamento
O processo de desativação da Fábrica tem explicações econômicas e ambientais. Alguns depoimentos reforçam que um dos motivos foi a obsolescência técnica do fabrico de cimento por via úmida, outros diziam que foi pela distância das jazidas, mas, oficialmente, o fechamento se deu por causa da poluição ambiental.
De 1988 até 1998, a Fábrica esteve fechada, sendo que na Vila, outrora borbulhante, permaneceram apenas onze famílias.
Em 1998, a Atrium Consultoria apresentou o projeto do "Itaú Power Center" que levou à demolição das edificações, em 15 de dezembro do mesmo ano, tendo-se, no entanto, preservado a memória da antiga Fábrica, com a manutenção das quatro chaminés e do prédio administrativo.e
caçambas sobre fios era sustentado por torres de concreto. Após o fechamento daDe 1988 até 1998, a Fábrica esteve fechada, sendo que na Vila, outrora borbulhante, permaneceram apenas onze famílias.
usina
essas estruturas permaneceram na paisagem como monumentos esquecidos.
Observá-las
nos leva à reflexão sobre como as atividades econômicas agem na configuração
das
cidades.
Local: Cento e Quatro
Em Portugal existem 15 instalações do tipo Teleférico
Em Portugal existem 15 instalações do tipo Teleférico, centrando-se grande parte delas na ilha da Madeira. Estas instalações usam variada tecnologia, desde telecabines em sistemas de transporte contínuo, usado no teleférico da Penha, teleférico do Parque das Nações, teleférico do Jardim Botânico e teleférico do Funchal/Monte; telecabines em sistemas vaivém, usadas nos restantes teleféricos da ilha da Madeira, concretamente nos teleféricos do Garajau, Cabo Girão, Achadas da Cruz e Rocha do Navio; telecadeiras e telesquis usados no estância de esqui da Serra da Estrela; e telecesta, mecanismo usado no Jardim Zoológico de Lisboa. Podemos encontrar algumas destas instalações em:
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Estados Unidos, mas a pior estiagem do país em décadas
Cerca de 63% dos EUA estão experimentando uma seca.EU ESTOU CO 67 ANOS,SERÁ QUE PODEREI VER O DESERTO DE NEVADA COM ALGUNS VERDES.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Escassez de Água Potável
SÃO NECESSÁRIOS INVESTIMENTOS DE R$ 22 BILHÕES PARA EVITAR A ESCASSEZ DE ÁGUA ".
Brasília - Dono do maior potencial hídrico do planeta, o Brasil corre o risco de chegar a 2015 com problemas de abastecimento de água em mais da metade dos municípios. O diagnóstico está no Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água, lançado ontem pela Agência Nacional de Águas (ANA). O levantamento mapeou as tendências de demanda e oferta de água nos 5.565 municípios brasileiros e estimou em R$ 22 bilhões o total de investimentos necessários para evitar a escassez.
Considerando a disponibilidade hídrica e as condições de infraestrutura dos sistemas de produção e distribuição, os dados revelam que em 2015, 55% dos municípios brasileiros poderão ter déficit no abastecimento de água, entre eles grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e o Distrito Federal. O percentual representa 71% da população urbana do país, 125 milhões de pessoas, já considerado o aumento demográfico.
terça-feira, 23 de julho de 2013
TELEFÉRICO LEVANDO ÁGUA ONDE NÃO TEM ÁGUA.
O SISTEMA DE TRANSPORTE DE ÁGUA ATRAVÉS DO TELEFÉRICO,ALÉM DE LEVAR ÁGUA DE RESERVATÓRIO A RESERVATÓRIO PARA SEREM DISTRIBUÍDAS, EM SUAS TORRES TAMBÉM PODERÃO SER ACOPLADOS CABOS PARA TELEFONIA,CABOS PARA INTERNET E TV A CABO ALÉM DE CABOS PARA ENERGIA ELÉTRICA.A EMPRESA QUE CONSEGUIR UMA PARCERIA PARA MONTAR ESTE SERVIÇO VAI SER DE PRIMEIRA GRANDEZA PARA O POVO NORDESTINO.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Até quando a sociedade barranqueira e brasileira vai assistir conformada aos desmandos que um diminuto grupo política e economicamente poderoso faz para si mesmo, na Bacia do São Francisco e no Nordeste, com vultuosos recursos públicos, sob o manto da democracia representativa, em nome do “desenvolvimento” social e da proteção ambiental?”. O texto integra manifesto da Articulação Popular São Francisco Vivo.
Eis o manifesto.
O Rio São Francisco completa hoje 510 anos de seu “batismo”. O Opará dos indígenas – “rio-mar” ou “sem paradeiro definido” – tornou-se ao longo dos séculos “rio dos currais” e “rio da integração nacional”, gerador de energia elétrica e grande polo de irrigação agrícola. Nos últimos 70 anos, intensificaram-se as produções deriquezas em suas margens e em seus biomas formadores (Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga).
Em consequência, as degradações várias e cumulativas chegaram ao ponto do quase esgotamento do seu complexo de vida. Foi de 35% a perda de sua vazão nos 56 anos entre 1948 e 2004, segundo o Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (NCAR), do Colorado, nos Estados Unidos, a mais grave entre os maiores rios do mundo. Os maiores impactos recaem sobre a população pobre da Bacia Hidrográfica. Mais que sobreviver, ela resiste, toma iniciativas e cobra uma revitalização real já! É quase só isso o que se tem a celebrar hoje!
A Articulação Popular São Francisco Vivo (SFVivo), que congrega cerca de 300 entidades sociais da Bacia, entre movimentos, associações, sindicatos, pastorais e ONGs, vem a público e perante as autoridades para denunciar a continuidade dos desmandos contra o rio e seu povo, e convocar todos e todas a se unirem em iniciativas concretas em defesa da vida que ainda resta no São Francisco – Terra e Água, Rio e Povo.
Quatro anos depois de iniciado o projeto de transposição para o Nordeste chamado setentrional, as principais críticas ao projeto já se revelam verdadeiras. A revitalização da Bacia, tarefa imensa, cobrada há tempos, veio num programa governamental mínimo como “moeda de troca” pela transposição, e se arrasta incompleta, insuficiente, sob suspeitas de corrupção, sujeita ao jogo dos interesses político-eleitorais. Pensa-se encobrir as evidências com eventos festivos e shows de artistas famosos durante esta semana, em algumas cidades ribeirinhas, sob o slogan de “São Francisco Vive”, cópia mal intencionada da divisa de nossa Articulação. Pretender com marketing “resolver” a grave situação do Velho Chico é tripudiar sobre a sorte de milhões de pessoas e um inúmero conjunto de espécies e formas de vida.
Transposição: obras confirmam críticas
Nossas críticas e alertas quanto à transposição, feitas por organizações da sociedade civil e cientistas isentos, que sempre contestaram a obra e suas razões, já se comprovaram:
1. A obra seria muito mais cara que o previsto: de R$ 5 bilhões iniciais já estão reajustadas em R$ 6,8 bilhões, um adicional de 1,8 bilhão, 36% em média. Há lotes ainda não relicitados, o que vai onerar ainda mais o preço final;
2. Não atenderia a população mais necessitada: efetivamente, não entregou uma gota d’água para nenhum necessitado; antes desmantelou a produção agrícola local por onde passou;
3. O custo da água seria inviável: hoje o governo reconhece que o metro cúbico valerá cerca de R$ 0,13 (poderá ser ainda bem maior), seis vezes maior que às margens do São Francisco, onde muitos irrigantes estão inadimplentes por dívidas com os sistemas de água. Para ser economicamente viável, este preço terá que ser subsidiado, e é certo que o povo pagará a conta;
4. Impactaria comunidades indígenas e quilombolas: comunidades quilombolas impactadas são 50 e povos indígenas nove. As demarcações de seus territórios foram emperradas, seus patrimônios destruídos. No caso dos truká, em Cabrobó, em Pernambuco, em cuja área o Exército iniciou o eixo Norte, o território já identificado é demarcado se aceitarem as obras. No caso dos tumbalalá, em Curaçá e Abaré, na Bahia, na outra margem, se aceitarem a barragem de Pedra Branca. Ainda não foram demarcados pela Funai os territórios pipipã e kambiwá, a serem cortados ao meio pelos futuros canais, ao pé da Serra Negra, em Pernambuco, monumento natural e sagrado de vários povos. Muitas destas comunidades ainda resistem. O povoado e o assentamento de reforma agrária em Serra Negra não admitem a execução das obras em seu espaço;
5. Destruiria o meio ambiente: grandes porções da Caatinga foram desmatadas. Inventário florestal levantou mais de mil espécies vegetais somente no eixo Leste;
6. Empregos precários e temporários: como sintetizou o cacique Neguinho Truká, “os empregos foram temporários, os problemas são permanentes”. Em Cabrobó, nada restou da prometida dinamização econômica, só decepção e revolta. Nas cidades onde a obra passou ficou um rastro de comércio desorganizado, casas vazias, gente desempregada, adolescentes grávidas…;
7. Arrastada no tempo, a obra se presta a “transpor” votos e recursos: não debela, antes realimenta a “indústria política da seca”. Nova previsão de data para conclusão: 2014! Vem mais uma eleição aí, em 2012, outra em 2014…;
8. Faltam duas das consequências graves a serem totalmente comprovadas, que só teremos certeza se a obra chegar ao fim: vai impactar ainda mais o Rio São Francisco e não vai levar água para os necessitados do Nordeste setentrional. Enfim, a água da transposição é para o agro-hidronegócios e polos industriais de Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco.
Portanto, mantemos a crítica ao projeto. O governo reconhece oficialmente que cinco lotes estão parados e os nove restantes estão em ritmo lento. Já foram gastos R$ 3,5 bilhões na obra. Alegam que a obra “começou sem ter qualquer projeto executivo”, pelo que se deveriam prever custos… Já é longo o histórico de problemas do projeto, seguidas vezes suspenso ou sob suspeição do Tribunal de Contas da União. A pressa era eleitoral, o retardo é venal!
A título de comparação, pensando em menos custos, mais eficiência e eficácia, com esse dinheiro poderiam ter sido feitas 2.187.500 cisternas, beneficiando uma população total de 11 milhões de pessoas.
Em outra opção, com esses recursos, segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), poderiam ter sido custeadas mais de um terço das adutoras previstas para o Nordeste não entrar em colapso hídrico até 2025. Portanto, já teria beneficiado seguramente 12.883.333 de pessoas. Com metade dos recursos da transposição, já teria sido beneficiada mais gente que a obra promete atender, ou seja, 12 milhões de pessoas. Entretanto, nenhuma dessas adutoras está em andamento!
Com o programa “Água para Todos”, o governo Dilma intensificou o programa de cisternas para abastecer a população difusa com mais 800 mil unidades. É um tácito reconhecimento de que as propostas da sociedade civil eram as mais corretas para abastecimento doméstico da população. E de que a transposição não é para matar a sede de 12 milhões!
Ainda há tempo de preparar a região para o presente e o futuro em termos de segurança hídrica. Segundo o Atlas Nordeste da ANA seriam necessários pouco menos de R$ 10 bilhões para abastecimento urbano de 39 milhões de pessoas em 1.794 cidades dos nos nove Estados da região. Obras que a despeito da transposição terão que ser feitas.
O aquecimento global poderá significar para o semiárido quase o dobro de aumento da temperatura em outras regiões. Não é aconselhável expandir os negócios intensivos em água e solos, ainda que sejam agora altamente lucrativos, com subsídios públicos e demandas crescentes do mercado global. É uma escolha política, não uma sina econômica.
Revitalização paliativa
O programa governamental de revitalização em nada foi melhorado. Continua setorial e desconexo, longe das causas estruturais dos processos de degradação socioambiental da bacia. Reduz-se a obras de saneamento básico e ambiental, melhoria da navegabilidade e recuperação de matas ciliares. Avançou um pouco mais nas primeiras, mas com muitos problemas como se verá, e quase nada nestas últimas. Em se tratando de transposição e revitalização, dois são os pesos e duas as medidas.
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O TELEFÉRICO ABASTECENDO OS RESERVATÓRIOS DE ÁGUA

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