sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O Brasil dos sem-água | Vídeos | Gazeta do Povo

O Brasil dos sem-água | Vídeos | Gazeta do Povo

domingo, 25 de agosto de 2013

serviços de tratamento de águas residuais,Da Itália "maladepurazione", do norte para as ilhas a situação é crítica

reas inteiras não servidas por serviços de tratamento de águas residuais, cidade que não tem um sistema de drenagem, ou onde o serviço de tratamento abrange praticamente 100% dos habitantes, outros onde você não chegar a 25%. De acordo com os dados mais recentes da ISTAT (2009), em Itália, a cobertura de um serviço de tratamento adequadas chega a cerca de 76% da carga total de poluição do produto, com 82% do Norte, 79% no centro e cerca de 66% do Sul e Ilhas. O pior do esgoto vai para a Sicília (47,3%), Calábria (49,9%), Marche (52,5%), Abruzzo (53,8%) e Puglia que mal ultrapassa 60% da cobertura. A Riviera italiana é apenas 61% da carga do produto, e de acordo com o que o relatório do Ecossistema Urbano 2011 Legambiente, tem em seu território a única capital provincial ainda não equipados com estação de tratamento de esgoto, Imperia. Quanto às capitais provinciais, são cinco municípios onde menos da metade da população é servida por ETAR (Catania, 19%; Benevento, 20%; Treviso, 28%; Palermo, 32%; Nuoro, 40%), enquanto 29 municípios são capazes de cobrir com o serviço de pelo menos 95% da população, incluindo 11 que chegam de praticamente 100%.Na Sicília, 90 municípios ainda sem purificadores - Em 2011 ainda havia 134 municípios (dos quais 90 só na Sicília), sem purificação, do total de 168 municípios italianos considerados pela Comissão Europeia, em violação da directiva sobre águas residuais. Em Catania, de acordo com o Istat 2010, apenas 24,6% da população é servida pela estação de tratamento. Purificadores de não cumprirem foram identificados em 2011 em Pádua, Rovigo, Vicenza, Gorizia, Pordenone, Udine, Florença, Brescia, Aosta, Forli, Milão, Pesaro, Urbino, Perugia e Frosinone. De acordo com dados de 2009 Blue Book Anea e Utilitatis, 9 milhões de habitantes (15% do total) não são servidos por rede de esgotos e 70% do esgoto nacional é do tipo mista: ele coleciona junto resíduos Civil (esgoto e cinza) e meteórica água (água branca).

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

a cada km 32000 litros de água

A cada km 32000 litros de água cito como:1000 dividido por 20=50x2=100x320=32000 exemplo de 20 em 20 metros 1 vasilhame de água de 360 litros .

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Cimento Portland Itaú - Marco na história da indústria





No dia 10 de março de 1937, quando o Brasil vivia sob a égide do então presidente Getúlio Vargas, nascia, em São Paulo, a Companhia Cimento Portland Itaú, sendo acionistas, Joaquim Mário de Souza Meirelles, Jorge Dias de Oliva e José Balbino da Siqueira.

Hoje, a sede da empresa está situada em Passos (MG), mas a segunda unidade do grupo foi instalada no dia 9 de julho de 1941, na Cidade Industrial, em Contagem, através de convênio assinado no Palácio da Liberdade entre o estado e a Companhia, que anos depois teria que deixar a cidade, já que suas atividades se tornaram incompatíveis com o crescimento populacional de seu entorno.

História
Originalmente, de acordo com o projeto inicial, a fábrica de Cimento Portland deveria ter sido construída no então povoado de São José da Lapa, na época um distrito de Lagoa Santa (MG), em uma área debaixo da jazida de calcário, razão pela qual a fábrica de Contagem é a única no mundo construída longe de uma jazida, tendo produzido seu primeiro saco de cimento no dia 31 de agosto de 1945.

De acordo com os arquivos da empresa, o engenheiro responsável pelos cálculos estruturais da construção da fábrica foi o baiano Manoel Batista de Andrade Silva, que foi aos Estados Unidos para supervisionar a construção dos equipamentos para a fábrica. O material foi fabricado por técnicos belgas e dinamarqueses, refugiados da 2ª Guerra e empregados da F. L. Smidth.

Embora sem comprovação, consta na história da construção da fábrica, que a mão de obra braçal era feita pelos detentos da então Penitenciária Agrícola de Neves, em razão da falta de mão de obra 'desqualificada’.

Na década de 60, a fábrica tornou-se uma das principais fornecedoras de cimento para a construção de Brasília. Sua produção era transportada através de um cabo aéreo, que servia para o transporte de calcário da pedreira de Carrancas, situada na Fazenda Nova Granja. Esse cabo percorria 28 quilômetros e era considerado um dos maiores, senão o maior da América do Sul. O transporte era feito através das caçambas, sob fios que, no percurso, se transpunham em vários estágios.
Vila Itaú
Devido à carência de mão-de-obra especializada na região, os dirigentes da Itaú acabaram optando por construir uma vila operária, dentro do terreno da fábrica para garantir a presença dos operários indispensáveis ao trabalho durante as 24 horas do dia.
Com isto, Vila Operária chegou a possuir duzentas e quarenta casas. Sua infra-estrutura era completa e possuía clube, cinema, farmácia, armazém, capela, posto médico/dentário e cooperativa, além do Conjunto Musical Itaú, que animava os bailes, um time de futebol e a banda de música Sociedade Musical Itaú.

A partir daí, e com o surgimento de novas empresas na região, outras aglomerações habitacionais foram surgindo e, com elas, os problemas, tanto para a população, que não tinha boa qualidade de vida, como para a empresa, que passou a ser acusada de causar uma série de doenças, sobretudo as respiratórias.

Fechamento

O processo de desativação da Fábrica tem explicações econômicas e ambientais. Alguns depoimentos reforçam que um dos motivos foi a obsolescência técnica do fabrico de cimento por via úmida, outros diziam que foi pela distância das jazidas, mas, oficialmente, o fechamento se deu por causa da poluição ambiental.

De 1988 até 1998, a Fábrica esteve fechada, sendo que na Vila, outrora borbulhante, permaneceram apenas onze famílias.

Em 1998, a Atrium Consultoria apresentou o projeto do "Itaú Power Center" que levou à demolição das edificações, em 15 de dezembro do mesmo ano, tendo-se, no entanto, preservado a memória da antiga Fábrica, com a manutenção das quatro chaminés e do prédio administrativo.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Nordeste Seco.Por suas peculiaridades como domínio de natureza, tanto quanto pela rigidez de sua estrutura agrária e o quantum de humanidade adaptado a viver com o cotidiano do ambiente semi-árido, é difícil endereçar propostas de reflorestamento para os sertões nordestinos. Trata-se de um outro domínio climático, hidrológico e ecológico do Brasil, que exige conhecimentos aprofundados sobre a estrutura, o comportamento e a funcionalidade de seus ecossistemas. E, paralelamente, nos obriga a um aprofundado conhecimento do comportamento dos homens e de uma sociedade, que se projeta pelo espaço total dos sertões rústicos.

— é difícil para uma região semi-árida quente, dotada de índices de precipitação anuais inferiores a 800 mm em sua área nuclear, competir com áreas tropicais úmidas, mais favorecida por condições climáticas. Nesse sentido, uma política de florestamento ou reflorestamento, dirigida para o Nordeste Seco não deve se preocupar, de saída, com a questão de florestas produtivas (industriais ou energéticas). Em contrapartida, nenhuma área do país requer uma política, tão imediata e diversificada, de florestas de interesse social (social forestry), quanto o Nordeste. Fato que, necessariamente, implicará melhorias de interesse econômico e social, a curto e médio prazos, se corretamente conduzidas.
— apenas áreas dotadas de precipitações superiores a 900 mm na periferia do Nordeste Seco, em diferentes faixas de agrestes, podem comportar experimentos florestais, similares àqueles já realizados para regiões úmidas. Nas faixas de agrestes ou similares, os fatores limitantes são pró-parte climáticos e hidrológicos, porém em grande parte edáficos. Para não falar nas sérias diferenças demográficas e agrárias que caracterizam os agrestessenso strictu, do Nordeste Oriental, em relação às regiões subúmidas mais interiores (Oeste e Noroeste da Bahia, Sul do Piauí, Norte e Nordeste de Minas). Seria desaconselhável introduzir grandes massas de florestas no interior dos espaços agrários diferenciados e altamente humanizados do Nordeste Oriental. Mesmo assim, há que se revisar a questão face as posturas e metas culturais e econômicas de uma política de social forestry.



TELEFÉRICO X RESERVATÓRIO DE ÁGUA X GEOMORFOLOGIA X TUBOS CONDUTORES DE ÁGUA




Mapa da Região Nordeste


 área de influência direta compreende uma faixa marginal ao longo do percurso de águas